Urgência odontológica e agora?

20/01/2019

É normal que, ao longo da vida, alguma urgência odontológica cause transtorno ao sorriso. Fraturas nos dentes, cortes na gengiva ou até mesmo aquela dor incômoda podem acontecer e fazer pensar: o que eu faço agora? O mais importante é manter a calma e procurar a orientação do seu dentista de confiança.

Assim que o dentista tiver disponibilidade, ele vai realizar uma consulta de avaliação rápida, para examinar a lesão. Em seguida, o profissional vai elaborar o plano de atendimento da urgência, decidindo se é necessário mais exames ou há possibilidade de intervenção imediata.

No entanto, o imprevisto pode acontecer a qualquer momento: férias, fins de semana, de madrugada, em um lugar muito distante etc. Por isso, este post é dedicado a dar algumas dicas para não se desesperar quando uma urgência odontológica acontecer.

 

O que é uma urgência odontológica?

Apesar das palavras emergência e urgência serem bastante parecidas, os sentidos são bem diferentes.  Na odontologia, o que mais acontecem são urgências, situações que precisam ser resolvidas imediatamente, mas que não oferece risco eminente à vida do paciente.

Pode ser considerada urgência odontológica qualquer situação de sofrimento, dor ou desconforto na boca. Nessa região estão inclusos os dentes, as gengivas, as bochechas e a língua.  O que mais acontece, por exemplo, são casos de doenças que afetam a polpa dos dentes, provocando uma dor quase impossível de suportar.

 

Situações consideradas urgência odontológica

– Dor de dente intensa e aguda: apenas o dentista vai poder precisar o verdadeiro motivo da dor. No entanto, até ir ao consultório, é recomendado usar medicação analgésica para aliviar o desconforto. Se a dor cessar, mesmo assim é necessária a avaliação profissional. A dor pode ser o primeiro sintoma de algo mais grave.

– Sangramento na gengiva: tente investigar a origem do sangramento. Fluxos de sangue leves normalmente se tratam de gengivite ou periodontite. Nesses casos, é necessário apenas parar o sangramento, mas não interromper a escovação e o uso do fio dental.

– Objetos presos entre os dentes: na maioria dos casos, são restos de alimentos que ficam presos entre os dentes. Caso aconteça com sementes ou restos de embalagens – (lembre-se de nunca abrir nada com os dentes!) – tente removê-los com fio dental.  Se não funcionar e o local inchar, vá direto ao dentista.

– Fratura nos dentes: geralmente acontece por conta de impactos e quedas. O problema só terá solução no consultório do dentista, após exames radiográficos, para identificar a lesão por completo. É indicado guardar o pedaço quebrado, no leite ou no soro fisiológico, para levar ao dentista e ver se é possível restaurá-lo. Se não der, a reconstrução será feita com resina ou cerâmica.

– Perda de dentes: é o caso em que a consulta deve ser mais rápida. Durante o tempo de espera, caso o dente seja encontrado, é necessário mantê-lo no leite ou no soro fisiológico. Assim, o dentista consegue avaliar a possibilidade de reimplantar. Se não for possível, o mais provável é que seja realizado um implante dentário.

 

Prevenção é o melhor remédio

É claro que ninguém consegue adivinhar quando um acidente vai acontecer. No entanto, quem se previne tem mais chance de manter a saúde bucal em dia. A prevenção bucal é sempre mais barata que o tratamento. Por isso, é imprescindível a realização de um check-up odontológico a cada seis meses, pelo menos.

Mesmo assim, o principal é a realização de escovação adequada, no mínimo três vezes ao dia, uso do fio dental e enxaguante bucal diariamente. A prevenção é baseada, além da higienização, na boa alimentação, cuidado com açúcar etc. Com esses cuidados, os dentes e gengivas terão a sua saúde conservada, assim como o bem estar do paciente.

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